Veja cinco cuidados para observar na hora de fechar negócio
Março, 2026 – O mercado náutico brasileiro segue em expansão e deve ultrapassar ainda este ano a marca de 1 milhão de embarcações registradas. Desse total, mais de 661 mil são lanchas de lazer, segmento que concentra a maior parte da frota e reflete o crescimento do uso recreativo das águas no país.
Os modelos entre 16 e 26 pés representam mais de 60% dos registros. É justamente nesse tamanho que muitos brasileiros fazem sua estreia no universo náutico. Para especialistas do estaleiro Fibrafort, que produz as famosas lanchas Focker e é o maior em volume de produção na América Latina, analisar o perfil de quem vai usar a embarcação é fundamental para que a primeira compra seja mais acertada.

“A primeira lancha precisa estar alinhada à personalidade e aos gostos do proprietário. Passeios curtos em família ou em casal, esportes aquáticos ou viagens mais longas exigem características diferentes de embarcação. Essa análise é essencial para escolher o modelo adequado e garantir uma experiência segura e prazerosa de navegação para o comprador”, afirma Barbara Martendal, diretora de negócios da Fibrafort.
A Fibrafort mantém um portfólio de peso voltado para o público que deseja entrar no universo náutico. A marca oferece modelos inovadores de lanchas Focker, entre 18 e 42 pés, com diferentes configurações de layout e motorização, e conta com uma rede de revendedores em todo o país que orienta o comprador desde a escolha do melhor modelo de embarcação até os primeiros passos na navegação.

Cinco erros comuns para evitar na hora da compra da primeira lancha:
Escolher o tamanho inadequado da embarcação
Alguns compradores optam por modelos menores do que a necessidade, o que limita conforto e capacidade de passageiros. Outros escolhem embarcações maiores do que o necessário, o que dificulta manobras, gera custos desnecessários e exige mais experiência na navegação.
Ignorar o tipo de uso da lancha
Passeios de um dia, pesca, esportes aquáticos ou viagens costeiras exigem características diferentes. Sem definir o objetivo principal de uso, o comprador corre o risco de adquirir um modelo que pode não atender às expectativas.
Subestimar a motorização necessária
A potência do motor precisa considerar o peso da embarcação, número de passageiros e condições de navegação. Motorização insuficiente compromete desempenho e segurança; potência excessiva eleva custos sem necessidade.
Não avaliar o estado técnico da embarcação
No caso de lanchas usadas, é fundamental fazer uma inspeção detalhada, verificando equipamentos instalados, funcionamento dos sistemas e histórico de revisões. Para isso, na hora da compra, a recomendação é optar por revendas autorizadas para obter todo o suporte técnico necessário.
Não calcular os custos de operação
Além da compra da lancha, o proprietário precisa considerar despesas com marina, manutenção, combustível, seguro e revisões periódicas. A ausência desse planejamento pode gerar surpresas no orçamento.
Sobre a Fibrafort
Considerada uma das maiores fabricantes de barcos da América Latina, a Fibrafort foi fundada há 35 anos na cidade catarinense de Itajaí, polo náutico brasileiro, e já possui mais de 19 mil barcos entregues no mundo e presença em 56 países. Mais informações: https://www.fibrafort.com.br/pt/

